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| Polícia Civil da Bahia |
Grupo agia com truque silencioso e fazia vítimas perderem dinheiro sem perceber
Uma operação policial na Bahia acabou revelando um esquema criminoso que vinha assustando clientes de bancos em Salvador e cidades do interior do estado.
Quatro homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em golpes em caixas eletrônicos foram presos durante a Operação Dolus, deflagrada pela Polícia Civil. Segundo as investigações, o grupo atuava principalmente contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade.
⚠️ Como funcionava o golpe
De acordo com a polícia, os criminosos abordavam as vítimas dentro das agências bancárias fingindo ajudar durante operações nos caixas eletrônicos.
Enquanto distraíam os clientes, os suspeitos conseguiam trocar os cartões bancários sem que a vítima percebesse. Depois, utilizando as senhas observadas durante a movimentação, realizavam saques, transferências e compras.
O golpe era rápido, silencioso e geralmente só era descoberto horas depois, quando o dinheiro já havia desaparecido das contas.
🚨 Idosos eram os principais alvos
Segundo a investigação, a quadrilha preferia agir contra:
- idosos
- aposentados
- pessoas com dificuldade em operar caixas eletrônicos
A estratégia era justamente explorar momentos de distração e insegurança durante operações bancárias.
🔍 Operação revelou esquema organizado
As investigações começaram após uma sequência de denúncias registradas por vítimas em 2025. A polícia afirma que o grupo atuava de maneira organizada e itinerante, mudando de cidade para dificultar a identificação.
Durante a operação, os suspeitos foram localizados em Salvador e na cidade de Remanso, no norte da Bahia.
Agora, os investigadores tentam descobrir:
- quantas vítimas foram feitas
- quanto dinheiro foi desviado
- se existem outros integrantes envolvidos
🧩 Polícia faz alerta
Após a operação, autoridades reforçaram o alerta para golpes dentro de agências bancárias.
A recomendação é:
- nunca aceitar ajuda de desconhecidos
- esconder a senha ao digitar
- conferir o cartão após qualquer atendimento
- procurar funcionários identificados do banco em caso de dúvida
A polícia acredita que outras vítimas ainda podem aparecer.
